«SAIR PARA ENTRAR»




 

 

Foi no âmbito do Plano Nacional das Artes que no dia 14 de junho a Escola Secundária Antero de Quental acolheu de braços abertos cerca de quarenta crianças – dos grupos pré-escolar, iniciação e autonomia – do Projeto de Inovação Pedagógica «Novas Rotas». Assim, «sair para entrar» foi a estratégia utilizada de incentivo à circulação dos alunos da EBI das Capelas, oferecendo-lhes outras experiências artísticas e culturais na escola que se qualifica como sua parceira de Projeto Cultural. Neste caso, a ideia de sair da escola entrando em contato com outra realidade, promove a diversidade cultural e o acesso democrático à arte e à cultura e estimula o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre artistas, professores, alunos e instituições, otimizando recursos existentes.

 



 

As atividades decorreram em Ponta Delgada simultaneamente entre a Oficina do Largº, o Jardim Mártires da Pátria e o Pátio Sul Poente da ESAQ.

Na Oficina do Largº desenvolveram-se trabalhos de impressão de Postais a partir de recortes/ máscaras picotadas de tamanhos diferentes, trabalhando-se tintagens e sobreposições com a coordenação do artista residente (PCE/PNA) João Decq.

No Largo, ao lado da Oficina, através da iniciativa «Há Música na Antero» desenvolveram-se jogos musicais e produziu-se ”música com tubos”, usando boomwhackers (tubos sonoros) e sinos.

O Ciclo do Leite, O Mito do Rei Midas e o Mito de Arakne foram as histórias narradas a cada grupo etário. Contadas expressivamente, permitiram estabelecer diálogos improváveis que conduziram a criações a giz impressas no chão do pátio poente, pelo punho das crianças.

Com a Cerâmica d’Antero as crianças experimentaram a Impressão sobre lastra usando carimbos e materiais naturais, exploração de texturas, modelagem de pequenas figuras/elementos decorativos, colagem de elementos decorativos com barbotina.

A sessão encerrou com uma fotografia de grupo e com a entrega de uma oferta muito especial que os pequenos artistas fizeram à escola anfitriã.

Mediaram esta atividade: Alexandra Baptista, Andreia Melo, Carla Cordeiro, Catarina Machado, Isabel Novais, João Decq, Manuela Sousa, Rita Paço, Teresa Piedade e o aluno Francisco Sousa.

 

PCE/PNA – Projeto Cultural de Escola / Plano Nacional das Artes

Bem estar animal
Projeto de Cidadania
7.º A




 

 

No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, os alunos do 7o ano, turma A, desenvolveram um projeto intitulado “Bem estar Animal”. Este projeto teve como principal objetivo contribuir para o cuidado e proteção de cães e gatos abandonados.

Os alunos organizaram uma campanha de recolha de alimentos e outros itens essenciais para animais, no híper Continente no Parque Atlântico.

 



 

Todo o material recolhido foi entregue a associações locais responsáveis pelo cuidado de animais de rua. Esta atividade não só ajudou a melhorar as condições de vida dos animais necessitados, mas também promoveu nos alunos um maior sentido de responsabilidade e empatia para com os animais, reforçando valores de solidariedade cidadania ativa.

 

Tenho a minha cabeça numa caixa
ESAQ anima o Largo Mártires da Pátria




 

 

Alunos da ESAQ, no dia 24 de maio, pelas 13h130, deram corpo e alma a uma performance encenada por Claudio Hochman, no Largo Mártires da Pátria, no âmbito do projeto Teatro ao Largo, apoiado pelo Programa de Apoio ao Empreendedorismo, Criatividade e Talento Jovem (AECT) da Direção Regional da Juventude (DRJ).

 

 

Todos quantos visitaram o Largo Mártires da Pátria, no dia 24 de maio, pelas 13h30, puderam assistir à performance “Tenho a minha cabeça numa caixa” encenada por Claudio Hochman, assistido por Carlota Blanc.

A encenação, levemente inspirada no Livro do Ano de Afonso Cruz, “Tenho a minha cabeça numa caixa” teve como protagonistas alunos das turmas DOV, 7º E e F, 8º A, C e G, 9º D e 11º I da ESAQ. Mais de 60 alunos desfilaram «vestindo» ilustrações realizadas pelos próprios em caixas de cartão, fazendo um percurso pelo Largo, construíram um objeto escultórico, integrando todas as caixas à frente da Oficina do Largo. Consequentemente, apresentaram as suas encenações e, para terminar, juntos movimentaram-se com o corpo e as caixas ao som do nome de cada estação do ano. Associado a esta dinâmica, os alunos da turma DOV recriaram as estações do ano a partir de textos do livro e outros da sua autoria com canções onde utilizaram, para além da voz, tubos e outros instrumentos. Ao mesmo tempo, uma das turmas dançou, encenando um dos textos, e outra representou em quadros cénicos quatro excertos do livro, utilizando como elemento visual guarda-chuvas coloridos.

O início e o fim desta performance foram marcados por momentos musicais com diferentes melodias ao som de guitarra clássica, “ocean drum”, tubos sonoros e baixo elétrico, com interpretação de Carla Cordeiro, Helena Medeiros, turma DOV e André Carvalho respetivamente.

Esta apresentação foi o culminar de meses de trabalho criativo e segundo as palavras do encenador “Foi uma experiência maravilhosa, uma oportunidade única para que os jovens vivenciem outras formas de comunicação e de criação. Cada aluno teve a oportunidade de mostrar o seu trabalho individual e aprender a fazer parte de uma grande equipa. Saindo, portanto, da sua zona de conforto, expondo-se em frente aos colegas e ao público convidado, o que reforçou a sua autoestima.”.

Bem-haja aos envolvidos, a saber, Alexandra Baptista, André Laranjinha, Teresa Soares, Helena Medeiros, Carla Cordeiro, Catarina Machado, Leandra Braga e Manuela Sousa!